The Hatch

A QUARTA TEMPORADA

E a “The Hatch” está de volta! Ficamos algumas semanas parados por causa dos problemas no site, mas agora voltamos com tudo! E nesse meio tempo, Lost já teve cinco episódios exibidos na TV americana. E é sobre esses cinco episódios que falaremos aqui.

4×01. The Beginning Of The End
O primeiro episódio, The Beginning Of The End, foi um flashfoward centrado em Hurley. Nele, somos apresentados à expressão “Oceanic Six”, grupo composto por seis sobreviventes do acidente que saíram da ilha. O episódio começa com uma perseguição de carro. A polícia consegue encurralar o motorista, Hurley, que grita desesperadamente que é um dos Oceanic Six. Na cadeia, o ex-parceiro de Ana-Lucia, Big Mike, pergunta a Hugo se ele conheceu Ana. Grande surpresa para todos quando o dude diz que nunca ouviu falar dela.

Na ilha, Hurley recebe o recado de Charlie, sobre o barco de Naomi não ser da Penny e, com a ajuda de Locke, cria um racha entre os sobreviventes. Alguns seguem com Locke e Hurley para a Vila dos Outros, enquanto os restantes vão com Jack em direção à praia para esperar a chegada do “resgate”.

No futuro, Hurley é mandado novamente para o Santa Rosa, hospício onde já esteve internado antes. Lá recebe a visita de Charlie, que diz a ele que os amigos dele precisam de ajuda. O sentimento de culpa de Hurley por ter deixado a ilha e por ter deixado os outros sobreviventes para trás só aumenta quando ele recebe uma visita muito estranha: um homem chamado Matthew Abbadon. Abbadon se diz advogado da Oceanic e insiste em perguntar a Hugo se existem outros sobreviventes.

Qualquer que tenha sido o acordo feito pelo Oceanic Six, deixou Hurley com um peso muito grande na consciência. O grande problema é que ele deve ignorar esse “peso” e seguir em frente como se realmente não existissem outros sobreviventes. E para garantir isso, o próprio Jack vai até o Instituto conversar com ele. Enquanto pede desculpas por ter escolhido seguir Locke, Hurley tenta convencer o médico que a decisão de deixar a ilha foi um erro.

Curiosidades do episódio

- Primeiro, oferecem a Hurley um bolinho chamado “ho-ho”. Depois, enquanto joga Horse com Jack, o doutor desiste quando perdia com um “ho”. Como em Lost todo detalhe é importante, acompanhe: “ho ho ho” é a fala característica do Papai Noel, que mora no Pólo Norte, lugar onde vivem os esquimós (como os do desenho de Hurley) e onde os “brasileiros-portugueses-angolanos” estavam quando avisaram à Penny que haviam encontrado alguma coisa. Minha aposta: a ilha, ou pelo menos a entrada dela, fica lá na terra do bom velhinho.

- Toda a perseguição de Hurley pela polícia é transmitida pelo canal Action 8 News. Era lá que trabalhava Tricia Tanaka, morta na queda de um meteorito quando fazia uma reportagem sobre a vida de Hurley. Foi este canal também que foi visto em “Through The Looking Glass” dando a notícia de que Jack havia salvo a vida de uma mulher e seu filho.

- Alguns usuários da Lostpedia conseguiram identificar frases nos sussurros ouvidos por Hurley perto da cabana de Jacob. Chamam a atenção frases como “Você tem que acreditar que sou eu, Nikki”, “É melhor não dizer uma só p*rr*, ou falar sobre o Desmond” e “É 7 de janeiro”. Obviamente, nada disso é oficial, mas fica registrado…

4×02. Confirmed Dead

O segundo episódio da temporada foi mais um que fugiu do estilo tradicional de episódio que Lost tem. Pequenos flashbacks nos apresentavam os novos personagens da temporada: os membros do cargueiro de Naomi.

Como Charlie já havia nos antecipado, o pessoal do cargueiro não tem como objetivo principal resgatar os sobreviventes. Roubando uma famosa frase de John Locke, cada um deles foi levado à ilha por uma razão.

Daniel Faraday foi o primeiro a ser apresentado. Não ficamos sabendo muito sobre ele. Apenas descobrimos que ele é um físico, é meio maluco e que sentiu profundamente a queda do vôo 815. Obviamente, podemos imaginar que tudo o que envolve o eletromagnetismo, as viagens no tempo e todas as outras experiências científicas serão abordadas por Faraday.

O segundo que conhecemos é Miles Straume. Um japinha nervosinho que, fora da ilha era uma espécie de “caça-fantasma” com um pouco de Sawyer/Anthony Cooper. Podemos pensar, então, que Miles foi mandado à ilha para estudar/conhecer/desvendar os mistérios sobrenaturais do lugar, como Jacob, sussurros e aparições. Deixem-me abrir um parêntese para dizer que o ator que interpreta o Miles, Ken Leung, é excelente!

Depois aparece Charlotte Lewis, uma antropóloga. No passado, ela descobriu a ossada de um urso polar no meio do deserto do Saara, mais precisamente na Tunísia. Junto com o fóssil, ela “encontra” um colar Dharma. Coloquei a palavra “encontra” entre aspas porque, pela convicção com que Charlotte procurou o colar, parecia que ela sabia exatamente onde procurar e o que encontrar.

Por último, Frank Lapidus. Antes de cair na ilha, era um piloto. Mas não um piloto qualquer. Ele deveria ter sido o comandante do vôo 815! Por alguma razão ainda desconhecida, Lapidus foi substituído por Seth Norris. Das duas uma: ou aconteceu algo como “a ilha o chamou de volta” ou ele realmente precisava chegar na ilha para realizar algo para alguém.

No fim, a última cena de flashback: Matthew Abbadon (aquele mesmo do episódio passado) mostra a Naomi a equipe que ela liderará. Mesmo sem concordar em comandar pessoas sem treinamento militar, Naomi aceita a missão sob a palavra de Abbadon de que “não há sobreviventes do vôo 815!”

Na ilha, descobrimos o verdadeiro motivo pelo qual os quatro foram para lá: eles estão atrás de Benjamin Linus! Se por um lado, os freighters (como são chamados os membros do cargueiro) parecem saber tudo sobre Ben, o líder dos outros não fica atrás e mostra que também conhece seus inimigos. E quando lhe perguntam como ele conseguiu essa informação, ele revela que há um espião no cargueiro.

Curiosidades do episódio

- Algo interessante acontece no flashback de Miles. Quando ele combina com a senhora de conversar com o neto dela, já falecido, há um enfoque na foto do menino na parede. Depois do papo, quando Miles retorna, a mesma foto é mostrada, só que com uma moldura diferente. Apesar de muita gente dizer que isso foi um erro de continuidade, eu ainda acho que tem coisa aí. Afinal, se fosse só um erro, por que dariam tanta ênfase nas duas vezes em que a foto aparece?

4×03. The Economist

O terceiro episódio da temporada é um novo flashfoward. Não foi tão bom quanto os outros dois, mas teve um final de cair o queixo. Dessa vez, o novo membro do Oceanic Six é Sayid. Em sua vida pós-ilha, Sayid é um matador. Ele apenas recebe o nome da próxima vítima e a executa. Durante o episódio, vemos que ele está atrás de uma pessoa. Para chegar até ela, ele se aproxima de Elsa, que trabalha para a próxima vítima do iraquiano. O problema é que, assim como Sayid, Elsa também estava usando o ex-torturador para chegar ao chefe dele e, após uma troca de tiros, Elsa é assassinada. No fim do episódio, Sayid tem seus ferimentos cuidados por seu chefe: BENJAMIN LINUS! E aí, o mais intrigante. Quando Sayid diz que não poderá mais realizar o trabalho por ter sido descoberto, Ben responde: “ótimo!”.

Já na ilha, nada muito importante. A não ser a descoberta que Faraday faz. O “delay” entre a ilha e o mundo exterior é de, aproximadamente, 31 minutos. O que isso quer dizer eu ainda não sei, mas pode escrever: isso vai ser importantíssimo ainda.

Curiosidades do episódio

- Já sabemos que Naomi foi enviada à ilha para capturar Ben. E agora descobrimos que Elsa também tinha a mesma missão. Apesar de os produtores negarem, a possibilidade de que as duas esivessem trabalhando para a mesma pessoa é grande. Ainda mais se levarmos em conta que elas possuíam uma pulseira praticamente idêntica.

4×04. Eggtown

Para mim, o mais sensacional até agora. Sem muita ação, sem muito “responda-a-todas-as-minhas-perguntas”, mas muito bem escrito. Novamente um flashfoward, dessa vez de Kate. Nele, a sardenta enfrenta o julgamento por todos os crimes que cometeu no passado.

O julgamento tem duas testemunhas-chave: Jack, pela defesa e Diane Jansen, mãe de Kate, pela acusação. Durante o depoimento de Jack, conhecemos a história contada pelo Oceanic Six ao mundo. Segundo Jack, oito pessoas sobreviveram ao acidente, mas duas morreram antes de o resgate chegar.

Já Diane faz uma proposta a Kate: não testemunhar com a condição de poder conhecer o neto. Isso mesmo, Kate teve um filho. Mesmo tendo seu pedido negado, Diane resolve não piorar mais a situação da filha. Com isso, o advogado da sardenta consegue um acordo. Kate cumprirá 10 anos de condicional.

Jack vai ao encontro de Kate depois do julgamento e a convida para um café. E Kate desabafa. Ela diz que não haverá essa de “tomar café juntos” enquanto o Jack se recusar a visitar o filho dela. O que nos leva a crer que realmente a criança é de Sawyer, certo?

Talvez não. Ao chegar em casa, o menino a cumprimenta. E Kate responde com um “Oi, Aaron”.

Ou Kate resolveu dar ao seu filho o nome de Aaron para homenagear o filho de Claire ou aquele é realmente o filho da australiana. Eu fico com a segunda opção, mas não posso dizer que a primeira está 100% descartada. Não mesmo!

Curiosidades do episódio

- Quando Kate chega ao tribunal, em meio a inúmeros repórteres, há um homem barbudo que grita algo para ela. O áudio dele estava invertido e, se tocado da maneira correta, pode-se ouvir a frase “Nós odiamos vocês também”.

****
Minha opinião sobre a temporada: não está tããão excelente como foi a terceira temporada, principalmente se comparada aos episódios finais. Mas, mesmo assim, Lost continua imbatível. De uma coisa eu tenho certeza: muitas perguntas serão feitas ainda, mas muitas respostas serão dadas. Aguarde!

E foi confirmado oficialmente que o hiato da temporada não ocorrerá após o sétimo episódio, mas sim após o oitavo. A série volta pouco mais de um mês depois com os cinco episódios finais da temporada


Find 815: o novo jogo de Lost

A primeira coluna do ano vai tratar do assunto mais comentado entre os fãs de Lost: o novo jogo de realidade alternativa da série, Find 815. Vamos contar toda a estória do jogo e tudo o que já foi revelado até aqui. Cada semana, um capítulo será lançado. Aqui está o resumo do capítulo 1, que terminou no sábado, dia 5.

Ainda no mês de dezembro, o novo site da Oceanic Airlines entrou no ar. Ele tinha apenas um pequeno vídeo, com uma propaganda da companhia. Até que no dia 31, este vídeo foi alterado. Sam Thomas, um técnico de informática da própria Oceanic, consegue colocar um vídeo seu por cima da propaganda. Nele, Sam diz que sua namorada, Sonya, comissária de bordo da Oceanic, estava trabalhando no vôo 815. E quando a companhia resolveu encerrar as buscas pelo vôo desaparecido, Sam resolveu agir por conta própria.

Ele foi à TV e deu uma entrevista demonstrando toda a sua raiva pela Oceanic e disse que não desistiria antes de uma resposta. Na mesma noite, ele recebe um e-mail de um desconhecido, com uma foto de Sonya. Mas Sam percebe que há algo a mais na foto que acabara de receber. E é essa a nossa primeira tarefa - comparar a foto que ele recebeu com uma foto que ele tinha em um porta-retrato – e descobrir as diferenças.

Descobrem-se, então, quatro frases: “Christiane I”, “Sunda Trench”, “Black Rock” e “Grave consequences – tell no one”. Assim que percebe isso, Sam envia um e-mail para esse destinatário perguntando quem é. Logo em seguida, recebe um texto todo criptografado. Porém, no meio de muitos símbolos, existe um endereço: www.the-maxwell-group.com. Quando tentamos entrar nesse site, ele pede que digitemos um login e uma senha, mas o que quer que seja digitado, recebemos uma notificação de que o site só volta ao ar no dia 01 de fevereiro. Detalhe: um dia depois da estréia de Lost na TV americana e, conseqüentemente, do término do jogo.

Continuando a estória, Sam descobre que Sunda Trench é o nome de um local no meio do Oceano Índico, precisamente onde começou o Tsunami que devastou a Indonésia em 2004. Ele, então, manda um e-mail para um amigo da Oceanic, pedindo que este consiga lugar para ele em algum vôo para Jacarta, capital da Indonésia. Ao mesmo tempo, ele pede a uma amiga que pesquise sobre o tal Christiane I. A amiga descobre que este é o nome de um barco de resgate ancorado em Jacarta, que sairá em uma expedição de busca em alguns dias.

A segunda parte do primeiro capítulo começa com um vídeo de Sam sendo acordado no meio da madrugada com a janela batendo. Ao fechá-la, ele vê Sonya refletida no vidro. Nesse momento, nós entramos em ação mais uma vez. Agora, precisávamos encontrar, no quarto escuro de Sam, objetos que remetessem às temporadas passadas da série. Eram eles: um cd da Driveshaft (banda de Charlie, 1ª temporada), um colar de pérolas (Pérola era o nome da estação de monitoramento encontrada na 2ª temporada) e uma cadeira de balanço igual a do Jacob (3ª temporada). Em seguida, deveríamos procurar mais alguma coisa no quarto e, ao clicarmos no abajur, recebíamos um link para o site da ABC, onde deveríamos ajudar Sam a colocar todos os seus objetos dentro da mochila. Feito isso (e foi bem difícil), recebíamos uma senha, MATTHEW, que, ao colocarmos no site do jogo, nos mostrava um número de telefone da Oceanic.

A mensagem era a seguinte: “Obrigado por ligar para a linha telefônica do vôo 815 da Oceanic Airlines. Informações serão atualizadas à medida que a investigação prosseguir. As investigações estão sendo aprofundadas e, por isso, precisam de tempo para serem concluídas. Por ora não temos nenhuma informação adicional sobre a queda do vôo 815. Se você é parente de um passageiro do vôo, lamentamos a sua perda. Informações detalhadas serão dadas durante os encontros com as famílias. Nestes encontros haverá notícias do progresso da investigação e perguntas poderão ser feitas aos médicos legistas ou outros profissionais ligados à investigação. Por favor, contacte seu responsável por informações ou ligue mais tarde para mais informações.”

Além disso, Sam recebe uma mensagem de texto no celular, onde sua própria mãe revela preocupação com o emprego dele na Oceanic e com sua saúde. Logo após, Sam recebe um e-mail da própria Oceanic, avisando que ele fora demitido. Imediatamente, Sam envia um e-mail a uma outra companhia aérea, oferecendo-se para trabalhar.

A última parte do capítulo 1, que entrou no ar no primeiro minuto do sábado, dia 5, é um vídeo de Sam. Nele, Sam diz que iria pedir Sonya em casamento, mostra o anel que ele daria a ela. E ele termina dizendo que está indo para Jacarta, embarcar no Christiane 1.

Segundo o site do jogo, o capítulo 2 começará exatamente à meia noite da terça-feira.

***

E aí, ta gostando do Find 815? Eu preciso dizer que estou adorando. Principalmente porque, com ele, eu posso ocupar a minha cabeça com algo relacionado à série que não sejam aqueles spoilers que estragam tudo.

Não sei, mas algo me diz que, ao final do jogo, descobriremos – finalmente – onde está localizada a ilha de Lost. Veremos!

JOGO DE VIDEOGAME DE LOST

Finalmente voltamos a ter notícias sobre o jogo de videogame de Lost. Inicialmente programado para ser lançado em janeiro, o jogo parece já ter data definida: 26 de fevereiro, nos EUA. Três dias mais tardes será a vez do Reino Unido. E o Brasil? Nada, ainda. Mas o jogo já está em pré-venda na Amazon! (Eu quero!)

Lost na TV Globo

Só uma pequena notícia: a Globo anunciou que exibirá a terceira temporada de Lost a partir do dia 26 de fevereiro, após o Jornal da Globo. Apesar do horário ridículo e das dublagens medonhas, dá para dar uma conferida!

Até a semana que vem e namastê!

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Quarta temporada: falta pouco!

A re-estréia de Lost

- E não param de chegar boas notícias. Depois da confirmação de que Lost será mesmo exibida com seus oito episódios, a ABC divulgou a data da estréia da quarta temporada da série: 31 de janeiro de 2008! Isso significa que faltam cerca de 40 dias para o retorno da melhor série da história. Quarenta dias são 840 horas, que são 50.400 minutos, que são 3.024.000 segundos. Então, comecemos a contagem regressiva: 1, 2, 3…

Lista de atores convidados para a premiere

- Algo que me deixou intrigado essa semana foi a lista de atores convidados para a premiere. Entre eles estão Ron Bottitta (que fez o papel de Leonard Simms no episódio 1×18, Numbers e 2×18, Dave) e Bruce Davison (que fez o Doutor Brooks no 2×18). Dois convidados de episódios de Hurley. Então, praticamente confirmado que a quarta temporada começará com um episódio do dude, certo? Não para mim. Explico: apesar desses dois personagens fazerem parte do passado de Hurley, todas as três temporadas anteriores tiveram episódios centrados em Jack. E, uma vez que Jorge Garcia (Hurley) foi visto gravando cenas fora da ilha com Matthew Fox (Jack), acho possível que, durante um flashback de Jack, o doutor tenha procurado Hurley para que este o ajudasse no que ele mais quer: voltar à ilha. Improvável? Acho que não. Esperemos até fevereiro. São 3 milhões de segundos… calma que passa rápido!

- Ainda nessa lista, temos a presença de Dominic Monaghan. Apesar de muita gente (eu) ter se animado com a possibilidade de Charlie não ter morrido ou ter ressuscitado, a presença do nome de seu intérprete na lista de atores CONVIDADOS acaba com as nossas (minhas) esperanças…

- Outro nome da lista é John Terry. Para quem não sabe, Terry é o intérprete de Christian Sheppard, o pai do Jack. Para mim, finalmente teremos a confirmação (ou não) de sua morte. Alguma dúvida de que estamos falando de flashfoward de Jack?

Os cadáveres da temporada

- Outro tópico que me intriga: as tais duas mortes da temporada. Nos oito episódios, dois personagens vão para o além. Vamos analisar personagem a personagem:

• Jack – impossível. Está no grupo dos Oceanic Six, portanto não morrerá (na ilha, pelo menos)
• Kate – outra que também não corre perigo. Também no OS.
• Locke – não creio que corra perigo, uma vez que ele é importantíssimo para se entender a história da ilha.
• Sawyer – talvez. Já cumpriu seu papel (matar o verdadeiro Sawyer).
• Hurley – não. A não ser que os produtores/roteiristas queiram ser linchados na rua…
• Claire – talvez. Mas não acredito que eles deixem Aaron sozinho no mundo.
• Sun – não. Está no OS.
• Jin – talvez. Apesar de estar no OS, acredito numa morte dele fora da ilha.
• Desmond – definitivamente, não. Ainda precisam explicar muita coisa sobre ele e suas visões.
• Sayid – talvez. Assim como Jin, pode morrer num FF, já que ele está no OS.
• Juliet – acredito. Se eu fosse apostar dinheiro, seria nela. Não há notícias sobre saída da loira da ilha e a atriz que faz sua irmã aparecerá no FF de outro personagem…
• Ben – Para o futuro, talvez. Agora, não. Ainda nos devem muitos FB dele.
• Rousseau – Impossível. Não antes do FB dela.
• Alex – difícil. Não é tããão importante para a série, mas acho que não corre perigo.
• Rose & Bernard – Bernard eu não acredito que morra, mas Rose seria minha outra aposta. E eu já até imagino como: o câncer volta, Rose morre e a fé de Locke na ilha será testada novamente.
• Richard Alpert – não. Ele nem aparecerá na temporada, por causa da outra série do ator Nestor Carbonell, Cane (que aliás, é boa, mas não é Lost).
• Penny – não. Sem chances. O passado da ilha passa por ela e seu pai.

Estou esquecendo alguém? Mesmo que esteja, essa pessoa não corre perigo… Eu aposto em Juliet e Rose. E vocês?

Mobisódio 7: Artz & Crafts

E aí, gostaram do mobisódio nº7 de Lost? Então, não foi, nem de perto, tão intrigante como os os dois últimos, mas foi legal. Primeiro, porque teve o Artz, o personagem mais chato da história da série. Ele não é aquele chato-chato como o Mohinder de Heroes. Ele é mais aquele chato-engraçado, que cria caso com tudo e que faz a gente rir. E esse mobisódio provou isso mais uma vez.

E esse foi o mobisódio que teve a maior quantidade de personagens até agora: Artz, Michael, Jin, Sun e Hurley. E ele levanta uma questão interessante: Artz viu quando Jack seguiu o que pensou ser seu pai no início da primeira temporada. Então, o que mais ele viu? Aliás, o que mais outros personagens não viram. “Exposé” é um ótimo exemplo. Paulo e Nikki já tinham visto muita coisa da ilha bem antes da turminha de Jack.

Ainda faltam 6 mobisódios e ainda acredito que um grande mistério será introduzido na mitologia e terá continuação na série. Três milhões de segundos…

Mobisódio 8: Buried Secrets

Mais um mobisódio legalzinho. E só. Nos trouxe (finalmente) a confirmação de que rolou um clima entre Sun e Michael. E ainda me chamaram de louco quando eu disse que o Michael poderia ser o pai do filho da Sun… E o mobisódio trouxe a confirmação de que essa possibilidade realmente foi cogitada. E como Lost é Lost, quem sabe a Juliet não mentiu e a Sun terá um bebê negro? Esperemos!

Aliás, viram o nome que a Sun teria nos EUA? Algo como Darlia Choi.

Referências à Lost

Um tempinho atrás, eu falei aqui na coluna que Lost havia sido citado em outra série, Chuck. Depois daquele dia, cada vez mais eu fui prestando atenção e percebendo Lost em outras séries. Acompanhem:

- Chuck – já falei algumas semanas atrás. O Chuck dizendo que “o vôo 815 da Oceanic foi abatido por mísseis”. Legal, mas falso.

- The Office 1 – craque em referências. Lembro-me de duas. A primeira foi quando ele, durante as perguntas feitas ao Ryan, manda: “O que é a Dharma Iniciative?” A melhor série de comédia com a melhor série drama juntas!

- The Office 2 – Não me lembro exatamente o episódio, mas foi em um em que o pessoal do escritório vai até o depósito e, quando eles chegam, há um silêncio. Aí o Dwight vira para a câmera e diz: “isso me lembra o encontro com os Outros, em Lost.”

- Brothers & Sisters – essa foi pequena. No episódio 8 (eu acho) da primeira temporada, a Sarah diz que “a ilha de Lost tem mais civilização” do que o lugar onde eles estavam.

Só uma série fenômeno, que dividiu a televisão em AL (antes de Lost) e DL (depois de Lost), seria capaz disso. Vou prestar atenção em mais referências!

*

Então, daqui a 3 milhões de segundos, Lost re-estreará. Até lá, a gente passa o tempo como pode… E os spoilers não param. Semana que vem provavelmente (certamente) vem mais. Até lá e Namastê!

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Oceanic Six?

Então, estava eu pulando de site em site na internet sem a menor idéia do que escrever essa semana aqui na coluna. Até que eu li algo que me deixou quase sem ar: algo sobre um tal “Oceanic Six”. Que diabos seria isso?

Pelos spoilers divulgados por aí, o Oceanic Six é o nome dado ao grupo de seis sobreviventes do vôo 815 que conseguiram sair da ilha. E pelo que já saiu na imprensa nos últimos meses, o grupo dos seis já está formado: Jack e Kate (já visto em “Through The Looking Glass”), Hurley (visto gravando fora da ilha com Jack), Sayid (visto gravando um flashfoward na Alemanha) e o casal Jin e Sun (visto gravando um flashfoward).

Isso significa que os outros sobreviventes ficaram na ilha. Sawyer, Claire (e, conseqüentemente, Aaron), Locke, Rose e Bernard não saíram da ilha. Michael e Walt a gente não pode dizer nada agora porque ninguém sabe o que acontece com os dois, mas provavelmente eles estão na ilha. Já Desmond e Juliet não estavam no avião.

Ainda de acordo com os spoilers, os seis já citados teriam feito um acordo por causa de um acidente de avião em que estiveram. Pela lógica, isso me leva a crer que a Oceanic estaria por trás do “acidente”. Agora, incluindo a Oceanic à minha teoria, tenho três companhias participando da história: a empresa dos Widmore, a empresa do Sr. Paik (pai de Sun) e a Oceanic. Cool!

Especulando mais: se Sawyer não saiu da ilha, o tal “ele” a quem Kate se refere na season finale não pode ser o golpista. (Minha teoria de Kate e Sawyer casados já era). Obviamente, Sawyer não está no caixão. E nem Locke. Sobram apenas Michael, que eu acho muito difícil, e Ben. Claro que nada exclui Sayid, Hurley, Jin e Sun. Vamos ter que esperar mesmo, pela volta da série ou por spoilers.

Divisão dos sobreviventes

Segundo os spoilers, os sobreviventes se dividirão em dois grupos: um liderado por Jack e outro liderado por Locke. Não é nada difícil adivinhar quem faz parte desses grupos. Fazem parte do grupo de Jack aqueles que saíram da ilha e do de Locke os que ainda estão presos lá. O que até faz um pouco de sentido, uma vez que Locke não quer sair da ilha, assim como Rose e Bernard. Sawyer deve ter ido com Locke exatamente para ser contra Jack e obrigar Kate a escolher entre o Doc e o golpista… Só não entendo o porquê de a Claire ter escolhido o grupo de Locke, uma vez que ela descobrirá que Jack é seu irmão.

E como ficam Juliet e Desmond nessa história? Como nós já sabemos que a Rachel (irmã de Juliet) aparecerá no FF de outro sobrevivente, aposto tudo que Jack a procurou para explicar toda a situação da médica. Já Desmond fica difícil saber. Até porque a gente sabe que o que ele mais quer é reencontrar Penny, não importa se na ilha ou fora dela…

Mobisódio da semana: Room 23


Mudando de assunto, mais um sensacional mobisódio essa semana. Nele, temos Ben e Juliet (terceiro seguido dela) conversando em frente a uma porta com o número 23, enquanto um alarme toca e pessoas correm. Eles conversam sobre uma criança. Juliet diz que ninguém quer se aproximar da tal criança e que ela é perigosa, enquanto Ben fala que Jacob disse que a criança é especial. E aí, o grande momento do mobisódio: Juliet pega Ben pelo braço e o leva para fora mostra algo no chão e diz: “Que tipo de criança faz isso?”

E o que está no chão? Vários pássaros mortos! E quando foi que nós vimos uma criança e um pássaro morto antes na série? Ah, sim… Episódio 1×14 “Special”. Aparentemente, naquele episódio, Walt “matou” o pássaro, que era da mesma espécie que ele estava estudando.

Demais, não? Bom, se a série voltar mesmo no dia 06 de fevereiro temos pelo menos mais dez semanas de espera, mas até que esses mobisódios estão ajudando (e muito!) a matar o tempo! Até a semana que vem!

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Pequenas Informações

Novo mobisódio – Operation: sleeper
Sensacional o último mobisódio. Quer dizer então que existe a possibilidade de o submarino não ter sido explodido? Se ele realmente não explodiu, o que explodiu? Então, foi realmente o Locke o causador da explosão? Ele sabia que aquele não era o submarino? Ou sabia?

Muitas perguntas surgem através de uma cena de 3 minutos! Que venham mais mobisódios! E que venha fevereiro logo!

Chuck

Alguém já assistiu a essa série Chuck? Eu assisti ontem ao segundo episódio. Então, bem bobinha, fraquinha, mas dá pra dar umas risadas. Aí você me pergunta: o que que isso tem a ver com Lost? Te respondo: no segundo episódio, chega um médicozinho lá pra examinar o Chuck e ver se pode tirar todas as informações da cabeça dele. Aí, o Chuck começa a ver umas imagens aleatórias e dizer o que ele tinha guardado no cérebro sobre aquela imagem. E num é que, quando apareceu um avião, o cara disse algo como: “O vôo 815 da Oceanic foi derrubado por mísseis…” Uaahhhahah! Tive até que parar o episódio pra rir! Muito legal a referência (apesar de eu não acreditar que o vôo tenha sido derrubado por mísseis).

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Mobisódios

Até o momento, quatro mobisódios já foram exibidos. E tem muita gente reclamando eu não sei do que. Os mobisódios são bem legais e mostram momentos dos personagens que aconteceram enquanto, na série, outro personagem tinha o foco. Nada de muito revelador, mas da para matar a saudade da série.

O primeiro, chamado de “The Watch”, mostra uma conversa entre Jack e Christian Sheppard, que aconteceu durante o flashback do episódio 1×20 “Do not harm”. Até agora, foi o único mobisódio de flashback. E na minha opinião, o mais “sem gracinha”. Nele, Christian dá ao filho um relógio que está na família há gerações, diz que não foi um bom pai etc, etc.

O segundo (o meu preferido até agora) mostra Hurley no momento em que foi até Bernard procurar vinho para o piquenique com Libby (piquenique este que nunca aconteceu, pois Libby foi morta), no episódio 2×20 “Two For The Road”. Foi legal ver o tal do Frogurt dando um “aviso” a Hurley para deixar o caminho livre para ele dar em cima de Libby. Legal também ver que Hurley não se irrita com nada! O Jesus da ilha!

O terceiro mobisódio mostra Jack durante o tempo em que ficou na vila dos Outros. Aconteceu entre os episódios 3×09, “Stranger in a Strange Land” e 3×13 “The Man From Talahassee”. Quase pulei quando, durante uma simples partida de xadrez entre Jack e Ben, o líder dos outros diz que, um dia, Jack irá implorar para voltar à ilha. Alguém mais lembrou de “Through The Looking Glass”?

O quarto, lançado essa semana, mostra uma conversa entre Michael e Juliet enquanto o primeiro esteve em poder dos Outros, entre os episódios 2×11 “The Hunting Party” e 2×19 “SOS”. O que chama atenção é a Juliet. Ela dá a entender que, assim como Michael, faria de tudo para sair da ilha. E a terceira temporada mostra exatamente isso, desde o assassinato de Danny Picket até a traição cometida por ela.

Lembrando: Michael traiu o pessoal da praia ao matar Ana-Lucia e Libby, soltar Henry Gale e levar Jack, Kate, Sawyer e Hurley até os outros. Já Juliet traiu os Outros ao matar Danny, permitir a fuga de Kate e Sawyer e fazer com que os Outros fossem até a praia e morressem. Atitudes idênticas, não?

Enquanto aguardamos a estréia da quarta temporada, em fevereiro, a gente curte esses míseros três minutinhos semanais da melhor série da história! E até a semana que vem!

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Lost e a greve

Como todos já estão carecas de saber, os produtores das séries americanas entraram em greve reivindicando participação nos lucros das vendas de DVD e exibições na internet. Aliás, greve justíssima. Os caras quebram suas cabeças para montar histórias surpreendentes como Lost e os chefões das emissoras papam o dinheiro?

Só tem um pequeno problema: a produção das séries está paralisada. Com isso, corremos o risco de ficar sem nossa diversão diária. Enquanto algumas séries correm o risco de terem suas novas temporadas adiadas, como é o caso de 24 Horas, outras têm um problema ainda maior: podem ter suas temporadas encurtadas. É o caso de Heroes e, infelizmente, Lost.

Os atores da nossa série já estão filmando desde agosto passado e, segundo informações, já existem oito episódios completamente escritos. Esses oito poderão ser filmados normalmente e, então, exibidos. O grande problema é que se o impasse não terminar logo, corremos o risco de ter a temporada diminuída pela metade, de dezesseis para oito episódios.

O próprio produtor da série, Damon Lindelof, já declarou que essa diminuição da temporada seria inteiramente prejudicial à série, uma vez que, segundo ele, o final do oitavo episódio, apesar de possuir um ótimo gancho, não é uma season finale.

Se realmente a temporada for encurtada para apenas oito epjsódios, teremos sérios problemas. O Primeiro e principal deles é o fato de que os fãs (e eu me incluo completamente nisso) não esperaram oito longos meses para oito rápidos episódios. E só de pensar em ter que esperar mais 10 (isso mesmo, 10) meses para a 5ª temporada (que viria com seus 16 episódios mais os 8 restantes da 4ª temporada, totalizando 24) eu começo a entrar em depressão. Um outro problema: será que em 2009 as pessoas ainda se lembrarão que Lost existe? Será que seria tão difícil adiar o início da temporada por mais um ou dois meses. Quero dizer, a gente esperou 8 meses, pode esperar mais um ou outro. Agora, esperar mais um ano e ainda assistir à temporada cortada, é demais!

Enfim, um recado final para os fãs de Lost. Aos que são religiosos, rezem! E aos que não são religiosos: virem religiosos e aí, rezem!

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Resumo de spoilers

ATENÇÃO: a “The Hatch” dessa semana vai falar sobre spoilers já divulgados até a data de hoje (não todos). Alguns deles não se concretizarão na série, alguns têm origem duvidosa… Mesmo assim, fica o aviso: se você não quiser saber sobre o que possivelmente acontecerá na série, não prossiga.
Outro pequeno recado: as informações contidas nesse texto são fruto de uma (intensa) pesquisa em blogs, fóruns e sites. Eu não inventei nada.

Agora, chega de conversa e vamos aos spoilers.

Quanto aos episódios.
Segundo rumores, o primeiro episódio irá se chamar “The beggining of the end” (o início do fim, em português). Mais apropriado, impossível. Ainda mais se levarmos em conta que a quarta temporada abre a metade final da serie, ou seja, é literalmente o começo do fim.

Ainda não se sabe se o episódio será um flashback ou flashfoward e sobre quem será, apesar de algumas especulações apontarem para Sawyer, com um flashback do tão falado “Tampa Job”, citado pelo próprio James Ford em “Outlaws”. Minha opinião: até agora, todas as 3 temporadas começaram com FB’s do Jack. Não vou dizer que é impossível uma mudança de idéia dos produtores, até porque o último episódio da temporada passada foi sobre o médico e dois seguidos sobre o mesmo episódio é um fato que nunca ocorreu antes na série, mas realmente aposto no Jack-ass (como diz o Sawyer).

Ainda sobre o episódio nº1, a seqüência de abertura talvez tenha sido revelada. Só para deixar registrado, se tem algo que Lost faz como nenhuma outra é seqüência de abertura. O “Pilot” com o acidente, “Man Of Science, Man Of Faith” com Desmond na escotilha e “A Tale Of Two Cities” com a queda do avião vista pela visão dos Outros foram geniais. Dessa vez, os boatos dizem que um piloto de avião conversará com a torre de comando sobre um problema no tal avião. Todos pensarão que não se trata do avião da Oceanic, mas é ele mesmo. Em seguida, o avião cairá na água e os corpos de personagens que conhecemos aparecerão. Na minha opinião, o avião NÃO é o mesmo. Afinal, como todos nós já estamos carecas de saber, eles estavam sem contato há bastante tempo e ninguém sabia onde o Oceanic 815 estava. Agora, se vocês me permitem, vou viajar um pouco. Alguém se lembra do vídeo da estação Orquídea mostrada na Comic-Con desse ano? Pois bem, nesse vídeo o coelhinho é “levado de um lugar para o outro”, o que nos leva a entender que ele foi teletransportado ou algo do tipo. Mas, e se, em vez de teletransporte, estivéssemos falando em clones? Aqueles corpos seriam nada mais do que clones dos originais, e isso confirmaria a história da Naomi, de que o avião foi encontrado e todos morreram. Viajei, eu sei… mas, quem sabe?

Episódio nº2. O nome que surge para ele é, no mínimo, intrigante: “324 confirmed dead” (324 mortos confimados). Para quem não sabe, 324 é o número de passageiros do vôo 815 da Oceanic. Poderia explicar a tal seqüência de abertura descrita acima. Talvez sim, mas fico com o pé atrás com esse nome.

Já o episódio nº3 deve se chamar “The Economist” e mostrará um flashfoward de Sayid na Alemanha. O iraquiano terá um emprego misterioso e uma nova namorada, chamada Elsa, que ficará furiosa quando Sayid não lhe conta sobre esse tal emprego. Pode ser… acho até que esse é mais plausível do que o segundo. Há também informações de que alguns sobreviventes iriam se mudar para a vila dos Outros e que Kate resgataria Hurley, que estaria preso em um armário na casa de Juliet. Vamos esperar para ver. Quanto à informação do Sayid, uma boa notícia saber de seu flashfoward.

Explicando o parágrafo anterior: há boatos de que um sobrevivente (homem) morreria na ilha. Entre os possíveis mortos, Sayid, Jin, Hurley e Sawyer. Pensemos: Sayid terá um FF, então não é ele. E, como muita gente já sabe, há poucos dias foram divulgadas fotos de cenas gravadas por Daniel Dae Kim (Jin) em uma loja de brinquedos, possível FF. Restam apenas Hugo e James. Será que depois do Charlie, eles seriam capaz de matar os meus outros dois personagens preferidos?

Quanto aos personagens.

Pelo que já se sabe, Kate filmou cenas que pareciam ser de um julgamento. Provavelmente, ela será julgada por todos os crimes que cometeu até hoje. E provavelmente será absolvida, já que ela está livre no fim da terceira temporada.

Como eu disse acima, Jin foi visto filmando em uma loja de brinquedos, comprando um urso de pelúcia. Para o filhinho que está para nascer, muito provavelmente. Uma outra informação que surge é a de que Sun teria filmado a cena de um funeral. Acho difícil ser do Jin e explico: acho que seria, no mínimo, estranho se eles matassem o Jin ou qualquer outro personagem conhecido em um FF. Nós assistiríamos a luta desse personagem pela sobrevivência na ilha já sabendo o que o espera fora dela. Mas, vamos confiar nos produtores de Lost – eles sabem o que fazem.

Outros spoilers.

Como são muuuuuuitos spoilers, selecionei os quatro que mais me chamaram atenção para comentar aqui. Um a um, vamos a eles.

Rachel, irmã da Juliet, aparecerá no flashfoward de um outro sobrevivente.

Esse é bem interessante. Fiquei aqui pensando em quem seria esse sobrevivente: Jack, Kate, Hurley, Sawyer… Acho que está mais para o doutor.

Descobriremos quem está por trás do acobertamento do acidente do Oceanic 815.

Uhul! Será que finalmente eu provarei minha teoria de que Charles Widmore planejou tudo? E que ele contou com a ajuda do Sr. Paik, com a condição de incluir Jin e Sun entre os sobreviventes para evitar que o casal fugisse para a América? Ou será que nenhum desses está envolvido? Sinceramente, não sei. Mas que é uma bomba, isso é.

O mistério do magnetismo será completamente resolvido e Charles Widmore está envolvido.

Ahaaa! Mais um que fortalece minha teoria. Provavelmente esse mistério será resolvido quando a implosão/explosão da escotilha for esclarecida.

Richard Alpert pode morrer.

Por essa eu não esperava. Justo o atual mais misterioso da série? Não sei, mas algo me diz que essa tal de Cane (série nova do ator Nestor Carbonell) teve algo a ver com isso. Vou até começar a assisti-la. E é melhor ela ser, no mínimo, excelente, para justificar a morte do grande Alpert!

O caixão.

Por fim, algo que quase mata a muitos de curiosidade. O morto do caixão. Alguns personagens já foram citados como possíveis defuntos. Locke, Michael, Sawyer e Ben. Porém, todos os quatro já foram descartados pelos próprios produtores de Lost, o que nos leva a pergunta: quem seria então?

Poderia ser alguém que ainda não conhecemos. Mas os produtores (sempre eles) já afirmaram que o cadáver é conhecido e é um sobrevivente. Sobram então Hurley, Jin, Sayid e Bernard. Hurley eu acho dificil, uma vez que o caixão não parecia tão largo. Outra evidência é o fato de Kate ter demonstrado ressentimento pelo presunto e Hurley definitivamente não é do tipo de deixar alguém com ódio dele. Jin e Bernard eu descartaria pelo mesmo motivo: a briguinha com Kate. O que nos deixa apenas com Sayid. Com as informações atuais, aposto nele.

***

E essa espera pela volta de Lost já começa a me deixar um pouco irritado. Ainda mais com as ameaças de greve dos roteiristas americanos. Mas pelo que disseram por aí, Lost está garantida e já tem 14 dos seus 16 episódios escritos. Acho bom mesmo. Afinal, não seria nada agradável esperar 8 longos meses pela reestréia da série e ela simplesmente não ia ao ar. Vamos ter que intensificar as preces!

Provavelmente teremos a segunda edição da Sessão Nostalgia aqui na The Hatch semana que vem, falando sobre os episódios 1×03 até 1×10. Até lá!

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Extras – Box da 3ª temporada

Pois bem, depois de muita briga com a Americanas.com, eles finalmente entregaram o meu box(18 dias depois do previsto e depois de terem mandado o dvd para Foz do Iguaçu, no Paraná). Então, vamos a uma análise sobre os extras do box.

Para começar, o box é sensacional. Os desenhos dos mapas da ilha, as fotos dos atores nos dvd’s, a frase “Jacob ama você” na capa e os menus. Simplesmente demais. No disco de extras, o menu são aquelas 6 telas da sala de observação, da qual Ben vigiava Jack enquanto ele estava trancado na estação Hydra e de onde o próprio Jack viu a transa de Sawyer e Kate. Das seis telas, a primeira e a última são “apenas enfeite”, enquanto as outras quatro possuem bônus.

Na tela nº2, nós temos um pequeno documentário chamado “O Clube do Livro”, onde os produtores e os atores de Lost comentam sobre as referências literárias. Damon Lindelof diz que a idéia era fazer com que o público fosse atrás e lesse algum desses livros. Devo dizer que fiz isso… Em “Every Man For Himself”, Ben e Sawyer falam o tempo inteiro sobre o livro “Ratos E Homens”, de John Steinbeck, que aliás, é bastante citado no bônus. E lá fui eu atrás do livro. E digo pra vocês: ele é ótimo! Assim como o mini-documentário.

Ainda na tela 2, mais dois mini-filmes. Um mostrando o processo de criação dos bonecos dos personagens (muito legal) e outro sobre o jogo de videogame de Lost, que deve ser lançado no início do ano que vem. Aliás, sobre o jogo, Damon Lindelof diz que o final do game surpreenderá a todos… uuuhhhh!

Na tela nº 3, “Na Locação”. Um Making Of de dez episódios, mostrando curiosidades sobre eles. Foi legal saber que as cenas do flashback de Sawyer em “Every Man For Himself” foram gravadas em uma prisão de verdade e descobrir todo o processo para juntar as cenas de piloto com “Exposé”.

Outro documentário muitíssimo interessante da tela 3 fala sobre como é difícil fazer com que uma série como Lost vá ao ar. Ele mostra 14 horas do dia 21 de fevereiro de 2007. Nesse dia, são mostrados vários estágios da produção de sete episódios da série. Atores filmando cenas de um episódio, roteristas escrevendo outro… Sem contar com uma fala de Damon Lindelof que me deixou meio “bobo”. A idéia original para “The Brig” era fazer com que Sawyer estivesse em um poço, com a presença de Richard Malkin, o vidente da Claire e pai da menina que voltou à vida e que Mr. Eko não quis considerar milagre… Cool!

Ainda nessa tela, há uma homenagem de Evangeline Lilly, a Kate, para toda a equipe de Lost. Em “Tributo à equipe com Evangeline Lilly”, ela apresenta todas as pessoas que trabalham por trás das câmeras, desde os próprios câmeras, passando por figurinistas, diretores etc.

Na tela 4, um pequeno videozinho chamado “Terry O’Quin: arremessado”, sobre a habilidade de arremessar facas, que o intérprete de John Locke adquiriu depois que começou a gravar Lost… Deu medo!

E um documentário que há muito eu queria ver está presente nessa tela: “O Mundo dos Outros”. Fala sobre as opiniões dos atores e da equipe de Lost sobre os Outros. Fora uma parte espetacular em que Michael Emerson (Ben) diz que Juliet é a Outra mais assustadora e Elizabeth Mitchell (Juliet) diz que Ben é o mais assustador, algo me chamou atenção: Damon Lindelof começa a citar os Outros que morreram na batalha final da temporada e… ele cita Isabel, a “xerife”. Ela morreu? Quando? Como? Ahhh… e eu tinha esperanças de que ela voltasse. Gostei dela (apesar de o episódio em que ela aparece ser o pior da história de Lost).

O último vídeo dessa tela é o famoso clipe de erros de gravação. Só pra variar um pouco, Dominic Monaghan (Charlie) e Jorge Garcia (Hurley) roubam a cena, mas dessa vez, com uma ajuda: Elizabeth Mitchell (Juliet) e suas risadas.

Na tela 5, o mais aguardado por muuuuuuuuitos fãs de Lost: flashbacks perdidos e cenas deletadas. Quanto aos flashbacks, nada de muito revelador. O primeiro, do episódio “Further Instructions”, mostra Jen e Mike sendo presos na “comunidade da maconha” e Locke fugindo. O segundo, do episódio “The Glass Ballerina”, mostra Jin indo ao velório de Jae Lee e dando pêsames à mãe do cara. E o terceiro, de “Exposé”, mostra que os produtores tinha uma outra coisa em mente. Nikki diz a Paulo que não quer mais procurar a mala e que eles devem se enturmar com os outros sobreviventes. Visto que no episódio final Nikki e Paulo morrem por causa da ambição da garota em encontrar a mala, os produtores realmente mudaram totalmente de idéia.

Já nas cenas deletadas, a primeira todos que acompanharam os primeiros spoilers da temporada já conheciam: Jack observando Sarah de longe, até que uma menina engasga e o heroizão a salva. O legal é que quando Jack está indo embora, a menina diz: “Não confie nela”. Uhhhhhhhh!

As próximas duas cenas estão interligadas. Na primeira, Claire está no acampamento numa boa, quando escuta barulhos vindos da cabana de Jack. Como o médico está com os outros, ela vai até lá e pega Nikki e Paulo “em ação”. Enquanto Nikki pede mil desculpas a Claire, Paulo diz “Deus me perdoe por fazer sexo nessa ilha”. Na segunda, Nikki volta a pedir desculpas a Claire e começa a puxar papo sobre sexo. Mesmo com Claire demonstrando não muito interesse no assunto, Nikki diz que desde que caíram na ilha, eles ainda não transaram porque Paulo “não funcionou” até o momento em que foram pegos por Claire. Desculpem-me os poucos fãs do Paulo, mas ele, além de chato, é brocha!

Depois, temos uma cena de Sawyer quebrando pedras, quando Pickett diz a ele que só não o matou ainda porque precisam dele. Bem, apesar do papo dos dois sobre estarem construindo uma pista de aterrissagem, essa cena veio a fortalecer uma teoria que eu acredito: a de que Kate fez um acordo com os Outros para engravidar de Sawyer (levando em consideração aquele misterioso café-da-manhã na praia, o curto vestido que levou Sawyer à loucura, a jaula que tinha espaço suficiente para que ela passasse etc.).

Mais cenas: uma briga entre Alex e Ben, provavelmente depois que Karl foi pego após a tentativa de fuga com Sawyer; uma conversa entre Locke e Hurley, onde o dude pergunta a John se ele tem super-poderes, por causa das visões de Desmond; uma conversinha melosa entre Kate e Charlie, que acontece logo após a moça voltar da ilha dos Outros; outra conversinha melosa, dessa vez com Hurley e Sawyer; e uma última, que aconteceria no episódio “The Man Behind The Curtain”, onde Ben diz a Locke, após ser acusado de seqüestrador, que criou Alex porque Rousseau era uma louca que assassinou toda a equipe dela.

Esses foram os extras desse incrível box, que na minha humilde opinião, é o melhor dos três boxes. Numa outra edição da “The Hatch”, eu comento um pouco sobre os easter-eggs e sobre os comentários feitos nos episódios. Até a semana que vem!

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Sessão Nostalgia – 1ª Edição

Estava aqui olhando para o calendário e me dei conta de que ainda faltam 3 meses e 20 dias para a volta de Lost. É, é muita coisa. E o que fazer para passar o tempo? Assistir a outras séries é uma boa pedida, mas como nenhuma outra série é Lost, o jeito é rever pela milésima vez as temporadas passadas. Então, nas próximas 17 semanas, nós vamos relembrar episódio por episódio de todas as temporadas. Mas, como não temos apenas 17 episódios, eles serão divididos em grupos. E hoje nós vamos falar sobre os dois primeiros episódios da série: Pilot, part 1 e Pilot, part 2.

O Pilot, part 1 começa com o Jack caído em um bambuzal e olhando para o Vincent, que depois de um tempo, foge. Assim que Jack se levanta e começa a andar, os gritos começam e percebemos a dimensão do que acabara de acontecer. Pessoas correndo para todos os lados, destroços do avião, fumaça e explosões marcaram as primeiras cenas de Lost. Algo interessanteque o criador da série, JJ Abrams, já disse é que ele fez questão de que nenhum personagem usasse roupa vermelha, para que houvesse um maior impacto do sangue na perna do carinha que eles ajudam lá no início.

Os personagens vão sendo apresentados para nós e o legal de relembrar é ver o quanto a nossa opinião sobre eles mudou. No início, todo mundo achava a Sun uma santinha que sofria nas mãos do possessivo e violento marido Jin. Com o tempo, vemos que Jin era totalmente o contrário do que achávamos e Sun era a “santinha do pau oco”. Um que me decepcionou foi John Locke. Ele era o mais misterioso de todos os personagens, parecia “o cara que salvará a todos”. Mas, apesar de a história dele ser sensacionalmente espetacular, eu esperava mais. Mas eu sou chato mesmo, então, vamos em frente.

Preciso dizer que o Jack me irritou desde o Pilot. Sinceramente, acho que não fui com a cara dele desde a cena na qual Kate o costura. Enquanto o episódio avança, os sobreviventes formam grupos de expedição. O primeiro deles contava com Jack, Kate e Charlie e seu objetivo era achar a parte frontal do avião e tentar contato através do transmissor que estava localizado na cabine do piloto. E a cena em que o piloto é puxado pra fora pelo “Lostzilla” é sensacional! A perseguição que vem em seguida, também. E, no momento em que Charlie e Kate vêem um corpo na árvore, juro que torci para que fosse o Jack, mas era o pobre piloto, e o Jack, com sua cara de bunda, aparece logo atrás, dando aquele sorrisinho irritante.

Na praia, lembro-me da personagem que me fez ter vontade de assistir mais: Rose. Por incrível que pareça, ela me fez criar a minha primeira teoria: a de que todos estavam em coma. Segundo a minha própria teoria, aqueles que estavam mortos, na verdade estavam bem e os que estavam vivos, estavam em coma. No momento em que ela diz que seu marido está vivo, ela sabia que ele havia saído do coma e quem supostamente morresse na ilha, sairia do coma. Sim, teoria bem ridícula, que descartei no quinto ou sexto episódio.

Tivemos ainda o grupinho que subiu a montanha para pegar sinal e achou a transmissão de uma francesa. Fiz do Sawyer meu personagem favorito do Pilot por causa de uma coisa que ele diz. Ele pede pro Sayid verificar se tem sinal e o Sayid diz não. Logo à frente, Sayid liga o aparelho para ver se tem sinal. E o Sawyer: - É… agora é a hora. Não antes, mas agora! E eu berrando no meu sofá: - Caraca!! Isso!! (Sim, eu me empolgo nas pequenas coisas).

E a frase final da parte 2 do Pilot, do Charlie. Quando Sayid, o matemático, faz suas contas em 15 segundos e descobre que a gravação da francesa vinha sendo tocada por 16 anos, diz: - Guys, where are we? (Pessoal, onde estamos? ). E eu em casa me perguntando a mesma coisa. Não dava para perder o próximo episódio, e nem o próximo, e o próximo…

Isso sem contar nos flashbacks. Descobrir o Charlie drogadão, Kate fugitiva, Jack e Rose naquele papinho “nada-vai-acontecer-porque-eu-estou-aqui-e-te-protejo”. Demais!

Semana que vem, a gente fala um pouco dos próximos quatro episódios: “Tabula Rasa”, “Walkabout”, “White Rabbit” e “House Of The Rising Sun”. Até lá!

OBS: Eu sei que eu já venho prometendo há duas semanas publicar alguma coisa sobre os extras do box da terceira temporada. O problema é que eu resolvi comprar pelo Americanas.com para ganhar uma camisa de Lost de brinde e até hoje não me entregaram. Mesmo ligando para lá todos os dias, ameaçando colocá-los na Justiça e até mesmo entrando em contato com a imprensa, eles enrolam e não resolvem nada. Peço desculpas a todos e a gente faz assim: quando a Americanas.com resolver que é hora de me entregar o box, eu dou uma parada na Sessão Nostalgia e comento um pouco sobre o DVD. Até lá, eu espero. E a vocês, um conselho: PASSEM LONGE DA AMERICANAS.COM. TENTEM EVITÁ-LOS AO MÁXIMO, PORQUE ELES SIMPLESMENTE NÃO ESTÃO NEM AÍ PARA OS CLIENTES. AVISEM AOS SEUS AMIGOS E PARENTES PARA QUE NÃO UTILIZEM O PÉSSIMO SERVIÇO DELES!

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As mortes da 3ª temporada

Como todo mundo viu, a 3ª temporada de Lost foi devastadora. Vários personagens legais morreram durante esse 3º ano da série e agora chegou a hora de a gente relembrar esses momentos.

A primeira morte mais relevante da temporada foi a de Colleen. A esposa de Picket levou um tiro de Sun no episódio “The Glass Ballerina” e morreu dois episódios à frente. Ela não fez muita diferença na história da série, mas fica registrado.

No episódio “The Cost Of Living”, o que todos temiam aconteceu. Mr Eko se foi. O monstro da fumaça se passou por Yemi, julgou o nigeriano e o matou cruelmente. Sinceramente, acho que não foi dado o destaque merecido a ele. Ser enterrado no meio da floresta, exatamente no lugar onde ele morreu foi meio tosquinho. Mas a gente aceita. Afinal, é Lost.

Em “Stranger in a Strange Land”, é a vez de Danny Picket. Talvez o mais odiado entre todos os Outros. Não sei quanto a você, mas eu ri demais quando a Juliet atirou nele sem nem parar para pensar. Morte muito da merecida!

E aí, a morte mais criativa da série. Paulo e Nikki sendo enterrados vivos. Foi simplesmente genial e uma saída inteligentíssima para reparar a besteira que foi incluir mais dois sobreviventes naquele momento da história. Os americanos odiaram Paulo e Nikki, mas é unanimidade que a morte deles foi a melhor de todas.

Episódio “The Brig”. Finalmente Sawyer x Sawyer. Um episódio que eu considero perfeito. Desde Richard Alpert entregando o documento com a vida de Sawyer (James Ford) para Locke, passando para o mistério da dinamite da Rousseau até o grande e esperado encontro entre os dois Sawyers e a morte de Anthony Cooper. Sem contar a sensacional frase de John Locke depois que Cooper morreu: “Thank You”.

E em “Through The Looking Glass”, praticamente uma chacina. Mikhail, as duas guardas do Looking Glass, Bonie e Greta, Naomi, Tom, Ryan Price e, é claro, Charlie. Na minha opinião, o melhor personagem de Lost. Ele conseguia ser sarcástico e bem-humorado mesmo nos momentos mais pesados. Quanto às outras mortes do episódio, só a Naomi me surpreendeu, ainda mais por ela ter sido morta pelo Locke, que não teve coragem de matar o cara que acabou com a vida dele, mas matou a mulher que ele nem conheceu.

E na 4ª temporada, certamente teremos mais mortes, tanto de personagens principais quanto dos secundários. O jeito agora é simplesmente torcer para que os nossos preferidos se mantenham vivos por mais um temporada. No meu caso, Jin, Hurley, Claire, Ben, Sayid, Rousseau, Sawyer e Richard Alpert. Se esses ficarem vivos está ótimo. E se a fumaça preta quisesse levar o Jack para uma outra vida, eu adoraria!

OBS.: Eu sei que eu havia prometido comentários sobre o DVD da 3ª temporada para essa semana, mas as Americanas.com atrasaram a entrega e não deu tempo para assistir e escrever. Mas na semana que vem, todas as minhas impressões estarão aqui. Então, Namastê e até lá!

Por Felipe J.S

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4ª temporada – a temporada dos retornos

Pelo que se tem notícia por aí, muitos dos personagens antigos de Lost devem dar as caras novamente na nova temporada da série. Isso empolga demais os fãs, que tem a chance de rever seus personagens preferidos. Mas além disso, dá a todo mundo a chance de especular um pouco.

Por exemplo, dizem por aí que o Charlie reaparecerá na série. E ainda tem gente que jura de pés juntos que ele volta vivo. Sinceramente, eu não acredito nessa possibilidade. Apesar de torcer por ela (porque o Charlie era o personagem mais sarcástico da série e vai fazer falta), eu acho que ele volta mesmo é em um flashback. Provavelmente, falando sobre a explosão/implosão da escotilha, fato que ele presenciou e que ninguém entendeu nada. Ou ainda, em uma nova viagem no tempo de Desmond, uma vez que, no passado, o brotha encontrou o roqueiro e isso talvez possa se repetir.

Um outro possível retorno seria o de Shannon. Esse sim bastante intrigante. Porém, se pararmos para pensar, existe uma pessoa na ilha que ela poderia estar conectada: Sayid. Ficou confuso? Calma que eu explico: todo mundo sabe que a Shannon fala francês porque morou um tempo na França. E todo mundo lembra do episódio “Enter 77”, onde Sayid foi mantido preso em Paris. Se fosse apostar em algum cruzamento da Shannon com outro sobrevivente, seria esse.

Quanto à retornos certos, temos Michael, Walt e Libby. Quanto a Michael e Walt, provavelmente teremos um episódio inteiro (na minha opinião, talvez o segundo ou terceiro) sobre o que aconteceu com os dois desde o dia em que partiram seguindo a posição 325 da bússola. E sem esquecer de que os produtores ainda nos devem um flashback do Walt (até agora, só tivemos FB do Michael), contando sobre a vida dele até conhecer Michael, seus supostos “poderes” e a sua relação com Vincent.

Já a grande Libby, pelo visto, vai voltar em flashbacks do Hurley e do Demond. Finalmente saberemos se ela era uma Dharma, que escolheu Hurley enquanto os dois estavam internados no hospício e escolheu Desmond, ao lhe dar um barco para que ele participasse da corrida de volta ao mundo. Minha opinião: ela é uma Dharma, “recrutou” Hurley e Desmond para a ilha, mas não acredito que ela seja uma vilã. Vide o caso da Juliet, que fez muita bosta com os sobreviventes, mas tinha uma boa razão para tal.

Teremos a volta de um outro personagem, um pouco menor, o Christian Sheppard, pai do Jack. Lembrando que ele morreu na Austrália, Jack estava levando o corpo de volta para os EUA, mas o caixão encontrado na ilha estava vazio. Poderemos ter a resposta de como ele morreu ou se ele morreu.

Agora, viajando (mais) um pouco, vamos imaginar sobre os outros personagens. Um outro que eu acho que, mais cedo ou mais tarde, volta a aparecer é o Richard Malkin. Para quem não lembra, é o vidente que fez a Claire embarcar e, indiretamente, fez o mesmo com Mr. Eko. Falando em Claire, se ela realmente sair da ilha, devemos ter, em flashfowards, de volta o pai de Aaron. Quanto aos já falecidos, acho que o melhor retorno seria da Ana-Lucia. Nem que fosse em um “flashbackzinho”. Não acha?

OBS.: E na semana que vem, se tudo der certo, já estarei com o meu box da 3ª temporada e contarei as novidades aqui na “The Hatch”. Até lá!

Por Felipe J.S

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O que esperar da 4ª temporada

AVISO: O texto a seguir contém spoilers para quem ainda não viu o final da 3ª temporada de Lost.
A terceira temporada de Lost terminou tanto para quem baixa os episódios quanto para quem assiste a série pelo AXN. E nós ainda temos, pelo menos, 5 meses de espera pela frente até que a quarta temporada estréie. E a pergunta que surge é: será que valerá a pena esperar tanto? Vamos então fazer uma análise do que pode estar por vir na série e chegar a uma resposta para essa pergunta.

Muita gente aposta no tão aguardado flashback da Rousseau para o próximo ano da série. Como visto no episódio “Through The Looking Glass”, Rousseau estava junto com os sobreviventes no momento em que Jack faz a ligação para o barco da Naomi e, nessa hora, encontra-se (finalmente) com sua filha Alex. Portanto, acho que, durante um “acerto de contas” entre mãe e filha, um flashback não cairia mal.

E quanto à pergunta que não quer calar: quem estava morto no maldito caixão? Apesar de notícias recentes divulgarem que o morto talvez seja Locke, eu acredito que essa possibilidade seja impossível. Como se sabe, o tal defunto morreu em New York e deixou um filho adolescente. A não ser que os produtores inventem um filho feito pelo John lá na época que ele tinha cabelo, não é ele. Outra opção seria o Michael. Antes do acidente, ele morava em New York e, em 2007 (ano do flashfoward), Walt já seria um adolescente. Isso explicaria também o fato de Kate ter dito que não queria ir no velório. Talvez ainda sinta raiva pela traição do Michael. Embora essa seja uma opção a se considerar, acho que o morto é mesmo alguém que nós ainda não conhecemos. Mas pode apostar que, logo no primeiro episódio da quarta temporada, ele aparecerá.

Além disso, provavelmente teremos mais flashfowards, não só de Jack e Kate, como de outros personagens. Deveremos ter ainda alguns flashbacks sobre Ben, Juliet e Desmond, a volta de Michael e Walt, o tão falado Jacob, mais sobre a gravidez da Sun, e a volta de Libby (sim, Libby reaparecerá para matar nossa curiosidade sobre o que ela fazia no hospital psiquiátrico de Hurley e finalmente nos dizer se ela era uma Dharma ou não).

Mas, é claro, outras coisas devem ficar de fora. Por exemplo, não deveremos saber muito sobre o passado do misterioso Richard Alpert, já que o ator Nestor Carbonell estará trabalhando em uma outra série. A estátua de quatro dedos também, na minha opinião, fica de fora. Afinal, seria tão mais legal se o Alpert estivesse envolvido na história toda…

Enfim, só nos resta agora esperar e especular.

“Emmy”

E parabéns ao Terry O’Quin, que levou o Emmy de melhor ator coadjuvante em série dramática. Apesar de eu ter torcido pelo Michael Emerson, que faz o Ben, o prêmio foi bem dado. Como dizia o finado Mr. Eko: “You’re a hunter, John!” (leia com aquele sotaque nigeriano inconfundível).

DVD

E semana que vem sai o box da 3ª temporada da série, com os tão aguardados extras. É sempre legal ver as cenas excluídas. Pelo que dizem, teremos muitas cenas do Rodrigo Santoro, o já morto Paulo, que não foram ao ar. Cool!

Por Felipe J.S

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Momentos que nos deixaram sem ar

AVISO: O texto a seguir contém spoilers para quem ainda não viu o final da 3ª temporada de Lost.

“The Hatch” inicia-se hoje e nós vamos fazer uma retrospectiva de tudo o que já rolou até agora na série. Relembrar aqueles momentos que nos fizeram ficar por alguns segundos de boca aberta, seja na frente da televisão ou da tela do computador. Aquelas cenas que nos fizeram soltar um “Anh? Como assim?” ao final delas. Vamos relembrar a razão de nós, fãs de Lost, podermos dizer “nossa série é a melhor de todas”.

Vamos começar do começo. Primeira temporada, episódio “Pilot”. Logo nos primeiros segundos, a clássica cena de um homem, que depois ficamos sabendo que era Gary Troup, autor de “Bad Twin”, sendo sugado para dentro da turbina do avião, que em seguida explode. Foi a primeira vez que eu disse “Uau!”.

A série vai passando, nós vamos aprendendo um pouco sobre o passado dos sobreviventes e nos surpreendendo mais e mais. Eu poderia escrever um livro com todas as cenas inesquecíveis do início de Lost, mas, tentando resumir, eu lembraria da cena onde o Piloto do avião é comido pelo monstro (ou, como muitos gostam de chamá-lo, “Lostzilla”), e da cena do flashback de “Walkabout”, onde descobrimos que Locke era paralítico e ouvimos pela primeira vez a célebre frase “Don’t tell me what I can’t do” (não me diga o que eu não posso fazer).

Ainda na primeira temporada, uma cena em que metade do público riu e a outra metade se assustou: Dr. Arzt explodindo. Eu estava na metade que levou um susto, mas só momentaneamente, porque em seguida eu ri como nunca. E no season finale, nos encontramos com um “Outro” pela primeira vez: Tom. Uma seqüência rápida: um tiro no Sawyer, uma bomba na jangada, um “Bum” e lá estava Walt gritando “Daaaad!!!”, enquanto se afastava dentro do barco dos “Outros”. Sem esquecer, é claro, do mais famoso dos gritos, a fala das falas, uma frasezinha repetida algumas vezes e que fica em nossas mentes até hoje. Michael nadava no meio do oceano e gritava: “Waaaaaalt!!!”.

A segunda temporada começa. Na minha opinião, a mais fraca, o que não significa que não tivemos grandes momentos nela. Ou vai dizer que você não achou muito cool assistir a um episódio com os 48 dias do pessoal que estava na cauda do avião? Sem contar a sensacional morte de uma das personagens mais bacanas e mais injustiçadas da série: Shannon. Ainda na temporada, Yemi. O irmão do Mr. Eko deu medo em muita gente. E quando a gente achava que a temporada terminaria morninha, eis que surge “Two For The Road”, com o melhor final da história. De repente, Michael pega uma arma, mata Ana-Lucia, mata Libby (RIP), solta Henry Gale e dá um tiro no próprio ombro. Confessa que você fez uma cara de bunda igual a do Jack quando assistiu a esse episódio, confessa…

Depois disso, a temporada ainda nos traz alguns momentos interessantes, como o episódio “Three Minutes”, que contava o que Michael fez durante o tempo em que sumiu e os acontecimentos que o levaram a matar sem piedade “Ana-Lulu” e Libby. E o (novamente) sensacional season finale, com um flashback do “brother” Desmond e com aqueles dois “brasileiros-portugueses-angolanos” no final. DEMAIS!!

Terceira temporada. Para não me alongar demais, vamos passar brevemente pelos acontecimentos da temporada passada. Começando com a seqüência mais legal da série, com Juliet ouvindo aqueles inesquecíveis versos de “Downtown”, de Petula Clark: “When you’re alone and life’s making you lonely, you can always go downtown.”. E do nada, começa um terremoto, a câmera corta para o exterior da casa, vemos Henry Gale, e quando ainda estamos processando a imagem, um avião aparece, se parte ao meio, cai em dois lados diferentes, Ethan e Godwin são mandados para investigar… ufa.

Continuando a temporada, a triste morte de Mr. Eko em “The Cost Of Living”, o confuso e sensacional “Flashes Before Your Eyes”, com Desmond indo ao passado e voltando, a descoberta de que Jack e Claire são irmãos e de como Locke ficou paralítico (pra mim, Anthony Cooper é o melhor). Eu não podia esquecer de mencionar a decepcionante participação de Rodrigo Santoro durante a temporada e a morte mais criativa da série, em “Exposé”.

A partir desse episódio, a série não parou de exibir episódios com finais no estilo “Como assim?”. Em “Left Behind”, vemos que Kate conheceu Cassidy, a mãe da filha de Sawyer. Em “One Of Us”, Juliet passa para o lado dos sobreviventes, mas no final descobrimos que era tudo armação. “Catch-22” chega e com ele temos a mais nova moradora da ilha, Naomi, e o mais novo “ressucitado”, Mikhail. “DOC”, além de nos dizer que Jin é o pai do filho de Sun, mostra que Juliet estava passando informações a Bem, e que não estava nada satisfeita. “The Brig” traz finalmente o acerto de contas entre Sawyer (James Ford) e Sawyer (Anthony Cooper). “The Man Behind The Curtain” mostra o passado de Ben e o assustador Jacob, que sentado em sua cadeira vazia, fez uma cabana inteira tremer e fez Benjamin Linus cagar nas calças. MEDO!

E aí, chegamos ao final com o triste “Greatest Hits”, que te faz pensar que o Charlie vai morrer, mas não morre. E a season finale. O melhor fim de temporada entre todas as séries. “Through The Looking Glass”. Charlie se sacrificando e fazendo o sinal da cruz antes de morrer, Jack finalmente deixando de ser bundão e dando uma surra no Ben, Rousseau e Alex se conhecendo, Locke matando Naomi e quase matando Jack (foi por pouco… pena…), e a revelação de que o flashback era um flashfoward.

É por tudo isso citado acima, e por muito mais que não foi dito, que Lost é a melhor série da história da televisão mundial. Infelizmente, graças à ABC, teremos que esperar até fevereiro do ano que vem para voltarmos a nos surpreender e a dizer “Ahn? Como assim?”. Mas, relembrando tudo isso, diz aí: vale ou não vale a pena esperar?

Por Felipe J.S

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2 comentários para “The Hatch”
  1. Nova Coluna novo Colunista! diz:

    [...] LEIA MAIS! [...]

  2. Thatyane diz:

    O que realmente é ou significa the hatch ???

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